Isto é uma amostra de uma historia k tou a escrever, ainda n revista nem corrigida, mas prontus ninguem a vai komentar nem ler mesmo por isso
Somy Bker O Filho Das TrevasUma pequena gota percorreu uma fenda e infiltrou-se no tecto de um cubículo, caindo sobre a cara de um jovem que dormia num colchão velho e roto. Era um rapaz alto, de olhos e cabelo pretos, era robusto e possuía uma cicatriz a atravessar-lhe a cara.
Uma segunda gota caiu e fez com que ele acordasse, surpreendido, pois não sabia onde estava. O pequeno cubículo de betão, onde apenas havia um espelho, uma cadeira com roupas e um pedestal com um objecto invulgar, eram estranhos para o jovem que não se lembrava de nada, nem do seu nome. O pedestal chamou-lhe a atenção e ao aproximar-se notou que uma bainha repousava sobre o mesmo, esta envergava, de cada uma das duas extremidades, uma espada comprida e fina. Na bainha havia uma pequena placa em ouro na qual estava cravado o seguinte: “Somy Bker, O Escolhido”. Mas havia outro pormenor em relação às espadas, a guarda e o punho tinham a forma de um meio morcego negro, sendo que, quando juntas, formavam um morcego perfeito. A criatura carregava nas suas patas, no pomo da arma, um diamante negro, que retratava a lua, já a lâmina era polida e brilhante, contrastando imensamente com os restantes constituintes. Pegou nas roupas e notou que lhe serviam, completando assim o seu traje, já que, tinha umas calças de ganga pretas vestidas, com uma T-shirt preta e umas botas e casaco de cabedal da mesma cor. De seguida olhou para o espelho, no qual ainda não tinha reparado, e contemplou o seu rosto, imaginando qual teria sido a origem da sua cicatriz quando, no vazio da sua memória uma lâmina de luz o atingiu na face e de repente a visão desvaneceu. Agarrou no espelho e a parede afastou-se abrindo o caminho para o exterior. A curiosidade do que estaria fora da sala passou, destruição era o que reinava para lá da porta, destroços de enormes prédios eram o único conteúdo da paisagem em redor, o céu era negro mas não continha totalmente a luz do sol e não havia ninguém nas redondezas.
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Nihil est mihi amicivs Tenebrae